Golpe de Estado

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Ontem fui me deitar pensando no que escreveria hoje aqui no Blog hoje. A única conclusão que cheguei foi a de escrever sobre revolução. Não sei se deve ou não ser armada, afinal, cada um que faça a sua própria. Mas melhor que ela seja uma revolução pacífica, apesar de que a proposta é de que tomemos o poder.

Política? Invadir Brasília e tirar o governo do poder? Não, nada disso, falo de uma revolução interna, de dentro para fora e pessoal. Claro que haverá estragos, o que chamarei aqui de danos colaterais, mas não dá pra fazer omelete sem quebrar ovos. Aliás, eu mesmo não consigo nem fazer ovo cozido sem quebrá-lo… Mas isso é uma outra história.

A idéia de fazer uma revolução foi a proposta que fiz a uma futura cliente. Ela, assim como muitos de nós, chegou a um ponto em que não consegue mais se mexer. A não ser que ela transforme tudo, ela não vai mais sair do lugar.

A melhor saída para quem está perdido, digamos que em uma estrada, por exemplo, é voltar e começar tudo de novo. Sem um GPS cerebral, muitas vezes nos perdemos e ficamos sem sequer saber qual foi o caminho de que percorremos e a volta para começar novamente o processo fica comprometida. Assim sendo, o melhor a fazer é parar, desligar os motores e apenas pensar. (Não desligue o cérebro nessa parada, pois você precisará dele)

Então estamos onde? Ah, parados no meio da estrada (Ia falar estrada da vida, mas pareceria muito com frases de pára-choque de caminhões). Ok, paramos e olhamos as possibilidades. Nessas horas, nosso Ego nos bombardeia de medos, nosso Id de desafios e riscos e nosso Superego de culpas por termos nos perdido.

Não se apavore, mande-os calar a boca e pense, pense no que deve fazer para revolucionar sua vida. Algo como uma mudança light, tipo… 180 graus.

Não existe solução simples para problemas complexos. Já falei por aqui um dia desses e repito o que disse à minha futura cliente ontem: Problemas complexos exigem uma boa dose de radicalismo na busca das soluções do caso.

Nessas horas em que nos sentimos perdidos, parece que é a vida que nos leva, que nos puxa – ou empurra abismo abaixo – e não nós que levamos a vida. Ficamos perdidos e se ainda estivéssemos na estrada que mencionei, a tendência seria a de seguir o fluxo dos carros. Quem é que nunca fez isso quando se perdeu?

Pois é, aí mora o perigo. Seguir os outros, para ser educado e não usar a palavra NUNCA, direi apenas que não é a melhor coisa a fazer, por uma simples questão: Os outros mostram caminhos de acordo com os interesses deles e não seus.

Se você começar a se deixar influenciar por tudo o que te falam para fazer, pode ter certeza, não vai andar um milímetro sequer. A idéia de ficar parado pensando é só uma primeira idéia, apenas para organizar a tal revolução, o tal Golpe de Estado. Entenda-se por Estado, seu próprio corpo, sua própria mente, enfim, você!

Essa coisa é meio doida porque além do exemplo da estrada sem GPS, poderia dizer que muitas vezes nos sentimos montados num cavalo descontrolado. Ou ele corre para todas as direções tentando te derrubar ou ele empaca e não se move nem com reza brava. A vida é o cavalo, pode-se afirmar sem susto.

Aí eu, que já passei algumas vezes por esses momentos tresloucados e engessamento severo, (adoro termos chulos) penso o seguinte: Por que diabos tenho que estar sobre alguma coisa que me leva para onde ela quiser? Não, nada disso, tenho que estar apenas sobre minhas próprias pernas apoiadas nos meus próprios pés.

Sendo assim, o Golpe de Estado começa por aí, é o caso de tomar o controle da própria vida, sem permitir que escutemos uma dia alguém falar: Eu avisei… (Provavelmente ouvirá isso da mesma pessoa que te aconselhou a seguir o caminho).

Tomar o poder na marra significa ter o controle e as responsabilidades pelos seus atos. Não é nada fácil, mas absolutamente imprescindível.

Quando estamos perdidos, normalmente andamos em círculos, o que me leva a afirmar duas coisas óbvias: Ou não se chega a lugar algum, ou se chega apenas aonde já se foi.

E mudar isso, sair desse circulo, como? Ahhh, conto outro dia, afinal, isso aqui nada mais é do que uma consultoria gratuita… Sendo assim, conto no dia que “estiver” mais… altruísta. 

MM

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Publicado em Ego. 4 Comments »

4 Respostas to “Golpe de Estado”

  1. Fernanda Says:

    Pra toda regra há uma exceção: e esse é meu caso!… kkkkkkk……..

    Eu tenho é que desacelerar, isso, sim!!!!…. kkkkkkk

    Bjs e bom fds

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  2. Danilo Says:

    Será que todos estão preparados para os efeitos colaterais do golpe de estado?? Talvez estes efeitos posssam te derrubar também.

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  3. Dalbergia Says:

    Marcelo…vai deitar…vai…quem sabe vc descobre…

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  4. Ailda Moreira dos Santos Says:

    Muito bom aguardo seu estado mais altruísta rs.

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